Abidias Martins – Jornalista/Assessoria
O Instituto Anjos Digitais (IAD) marcou presença na 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), realizada de 26 de julho a 1º de agosto, no Campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ). Com o tema “Ciência para todos: soberania, desenvolvimento e inclusão”, o encontro reuniu milhares de participantes em uma programação que envolveu ciência, tecnologia, inovação, educação, cultura e políticas públicas.
Representando o Instituto Anjos Digitais, a CEO Rossana Moura participou de palestras, painéis e atividades do evento, além de estabelecer diálogos com pesquisadores, cientistas, instituições e potenciais parceiros. A participação teve como foco principal a troca de experiências e a construção de novas conexões para ampliar a atuação do IAD em diferentes regiões do país.
Entre os principais assuntos discutidos durante a programação estiveram a inteligência artificial e a soberania digital, as mudanças climáticas e a sustentabilidade, a saúde pública, a inclusão e a diversidade, além da educação e da democracia. Temas diretamente relacionados ao trabalho desenvolvido pelo Instituto Anjos Digitais, especialmente na área de letramento digital e democratização do acesso à informação.
Para Rossana Moura, a participação na reunião da SBPC representa uma oportunidade de aproximar o trabalho desenvolvido pelo instituto de diferentes áreas do conhecimento.
“Não há soberania sem desenvolvimento, e não há desenvolvimento sem inclusão. Estivemos ligados em todas as palestras, em todos os painéis e dialogamos com pesquisadores, cientistas e potenciais parceiros para estabelecer os caminhos para ampliar a nossa atuação pelo Brasil”, destacou.
Durante o evento, o letramento digital esteve entre os temas que ganharam destaque nas discussões. O combate à desinformação também apareceu como uma questão fundamental diante dos desafios provocados pelo avanço das tecnologias digitais e pela circulação cada vez maior de informações nas redes.
Rossana ressaltou que os debates realizados durante a reunião dialogam diretamente com os projetos desenvolvidos pelo Instituto Anjos Digitais, mas que a participação no evento também permitiu ampliar a perspectiva do instituto a partir do contato com outras experiências.
“Os temas abordados pela SBPC foram extremamente importantes e nós já trabalhamos com vários deles dentro do nosso trabalho de letramento. No entanto, o que nos trouxe ao evento foi justamente essa possibilidade de conexão com outras áreas do conhecimento. Trocamos experiências com outras instituições e outros órgãos para levarmos essas experiências conosco”, afirmou.
Inclusão como ponto de partida
A CEO do IAD também destacou a importância de transformar o conhecimento adquirido em ações que retornem para as comunidades e territórios onde os projetos são desenvolvidos.
Segundo Rossana, a atuação do Instituto Anjos Digitais parte da compreensão de que a inclusão é o início de todo o processo. Por isso, os projetos desenvolvidos pelo instituto trabalham a informação verdadeira, a preservação ambiental e a valorização da cultura e das características de cada território.
“A gente sempre diz que, dentro dos nossos projetos, é muito importante quando trazemos uma bagagem fundamentada em conhecimentos adquiridos dentro das universidades. Nós também devemos devolver esse conhecimento ao território”, explicou.
A presença do Instituto Anjos Digitais na 78ª Reunião Anual da SBPC demonstra a busca da instituição por articulação com universidades, pesquisadores, órgãos públicos e organizações que atuam em áreas estratégicas para o desenvolvimento social e tecnológico do país.
Ao participar de um dos principais encontros científicos do Brasil, o IAD também amplia sua rede de contatos e fortalece a construção de parcerias voltadas à disseminação do conhecimento, ao enfrentamento da desinformação e à promoção da inclusão digital em diferentes comunidades brasileiras.
Para Rossana, essa conexão entre ciência, conhecimento e território é essencial para que as experiências discutidas nesses espaços possam se transformar em ações concretas.
“A inclusão é o início de tudo. É dessa forma que vemos a importância de participar de um evento tão importante”, concluiu.